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Formulário de Contacto

Pode comunicar connosco atravéz do nosso formulário de contacto existente no nosso site

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278 262 129

Pode utilizar o número de telefone acima para marcar uma consulta com os nossos clínicos ou apenas para esclarecer alguma dúvida.

Corpo clínico

Dr. João Vaz

Director Clínico / Médico Dentista
Curriculum
Licenciatura em Medicina Dentária (UFP)
Mestrando em Ortodontia (CESPU-N)
Curso European Post-Graduate in Orthodontic Edgewise Therapy (SPODF)
Simpósio Damon System – Barcelona
Simpósio Damon System – Mónaco/Monte Carlo
Congresso Ibérico Damon System – Madrid
Curso Pós-Graduação Cirurgia Oral pelo Instituto Superior de Ciência Médicas de Havana – Cuba
Curso de Sedação Consciente (Malo Clinic)
Webinar “Dental and Skeletal Asymmetry deep bite and gummy smile correction”
Webinar “Class II Correction and Anterior Crossbite. Extraction vs Non Extraction”
Webinar “Correction of Class II with PSL System and Palatal Canines Impaction Case and Auto Transplanted”
Apresentação da Comunicação Livre “Endodontia: uma ou múltiplas sessões?” (SPEMD)
Apresentação do Póster “Aparelhos Funcionais: modificações consoante as situações clínicas”, ao qual foi atribuído
o prémio de melhor póster (SPO)
Apresentação do Póster “Laser em Ortodontia: Alteração dos tecidos moles” (SPO)
Artigo “Gengivectomia com recurso a Laser de díodo” Dentistry 2013
Artigo “Importância da avaliação do ângulo nasolabial na planificação ortodôntica: a propósito de um caso clínico” Maxillaris 2013
Artigo “Alterações cefalométricas esqueléticas em pacientes em crescimento submetidos a tratamento com recurso a aparelhos funcionais” SPEMD 2017

 

Dr. Pedro Carvalho

Médico Dentista

Liliana Rodrigues

Assistente Dentária

Dr. Óscar Vaz

Pediatra e Alergologista
Curriculum
Assistente graduado sénior de Pediatria
Especialista em Pediatria pela Ordem dos Médicos desde 1989, aprovado por unanimidade e distinção (Coimbra).
Assistente Hospitalar de Pediatria desde 1989 com 18.3 valores (Hospital Santo António – Porto)
Actividades / Funções directivas:
Director do Serviço de Pediatria do Hospital Distrital de Mirandela (1990)
Director do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Nordeste (2006)
Director do Serviço de Pediatria da ULS – Nordeste (2012)
Adjunto do Director Clínico do Hospital Distrital de Mirandela
Presidente da Comissão de Farmácia do Hospital Distrital de Mirandela
Representante da Direcção Médica na Comissão de Higiene e Epidemiologia do Hospital Distrital de Mirandela
Presidente da Comissão Hospitalar da Criança e Jovem em Risco (ULS-Nordeste)
Membro da Unidade Coordenadora Funcional (Coordenador da Unidade Funcional da Criança e Adolescente da ULS-Nordeste)
Actividades Docentes:
Assistente Convidado de Pediatria do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS – Porto) em 1987
Escola Superior de Enfermagem de Bragança em1990
Escola Superior de Enfermagem Jean Piaget / Nordeste em 1996
Trabalhos científicos:
Publicados em revistas médicas:
“Mortalidade pré-natal e factores com ela associados”
“Traumatismos de parto”
“Que Pediatria no Hospital Geral de Santo António?”
“Baixa estatura”
“Malformações congénitas em 4930 nados-vivos”
“A prática de punção lombar numa urgência de Pediatria”
“Sífilis Congénita precoce”
“Hipertiroidismo neonatal”
“Tosse convulsa”
“Meningites”
“Eosinofilia na criança”
“Positividade simultânea do Atg HBs e IgM anti-VHA em crianças de 4 anos”
Comunicações em reuniões científicas:
“Antibióticos em Pediatria Ambulatória”
“Criança alérgica”
“Malnutrição e desenvolvimento psicomotor”
“Mau rendimento escolar – Perspectiva pediátrica”
“Tuberculose infantil”
“Nutrição em Pediatria”
“Infecções urinárias na criança”
“Nascer bem, crescer feliz”
“Doenças infecto-contagiosas e suas repercussões na vida escolar”
Mesa redonda – “Factores de risco nos recém-nascidos dos distritos de Bragança e Vila Real
“A criança em situação de urgência”
“Intoxicações frequentes em Pediatria”
“Pneumonias de repetição – deficit de IgA”
“Meningites – estudo multicêntrico”
“Hemihipertrofia congénita”
“Otite média aguda”
“Termoregulação no recém-nascido”
“Parasitoses intestinais”
“Comparação do crescimento em crianças amamentadas e alimentadas com fórmulas”
“Hematúria macroscópica isolada”
Curso de reciclagem para Clínicos Gerais (actualmente médicos de Medicina Geral e Familiar) com os seguintes temas: Criança alérgica, Diarreia e vómitos, Afecções respiratórias (rinofaringite, otite média aguda, sinusite, laringite aguda, epiglotite, pneumonias)
Membro do júri de exames para obtenção do grau de Assistente Hospitalar de Pediatria Médica (Chaves, Bragança, Mirandela, Santarém)
Membro do júri (presidente) para concurso de Provimento para Assistente de Carreira Médica Hospitalar (Pediatria, Urologia, Ginecologia / Obstetrícia, Otorrinolaringologia, Radiologia – Mirandela)
Membro do júri para concurso de Provimento para Chefe de Serviço de Pediatria Médica (Vila Real, Lamego, Hospital G. Santo António)

A Clínica

Medicina Dentária / Pediatria

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Pediatria

Criança e adolescente

pediatria
A Pediatria é a especialidade médica que se dedica aos cuidados preventivos e curativos da criança e adolescente. Na vertente preventiva incluem-se os cuidados e orientações primários logo após o nascimento tais como o aleitamento, vacinações, vigilância do crescimento e desenvolvimento psicomotor proporcionando um crescer saudável. A vertente curativa diz respeito aos tratamentos de doenças agudas e ou crónicas, habitualmente em meio hospitalar.

 

Para o utente de Medicina Dentária

Conselhos e prevenção

  • Para a manutenção de dentes e gengivas saudáveis é importante criar hábitos diários de higiene oral de forma a prevenir o aparecimento de cáries e gengivite desde os primeiros meses de vida. Idealmente, a primeira consulta de Medicina Dentária deveria realizar-se entre os 6 e os 12 meses de idade. Até cerca dos 6/7 anos os pais ou encarregados deverão ser os responsáveis pela escovagem controlando a sua duração e técnica e evitando a ingestão acidental de dentífrico.
    A escovagem deve demorar pelo menos 3 minutos, duas a três vezes por dia, sendo a mais importante antes de dormir, não esquecendo a língua. Concomitantemente, deve-se utilizar o fio dentário e, caso indicado pelo Médico Dentista, um colutório no final.
    Como alternativa á técnica manual existem as escovas eléctricas e os irrigadores com várias ponteiras que têm diferentes funções.
    Os intervalos das consultas deverão ser de 3, 6 ou 12 meses, consoante o grau de risco de cada paciente.

    Como escovar os dentes

    Como utilizar uma escova interdental

    Jacto de água

    Utilizar escova elétrica

  • Após a colocação do aparelho fixo é natural haver algum desconforto e poderá sentir uma ligeira pressão. Na nossa clinica devido à utilização de braquetes autoligáveis esse desconforto é minimizado e na maioria das vezes, eliminado. Na etapa inicial, utilizam-se arcos sensíveis à temperatura, pelo que, mantendo na boca algo frio, a força exercida pelo arco é diminuída. Caso o arco ou os braquetes magoem nas bochechas e/ou nos lábios poderá utilizar-se cera ortodôntica. O arco poderá na parte posterior prender a bochecha e até sair dos tubos, principalmente na fase inicial do tratamento, sendo nessas situações indicado comparecer na clínica para se proceder a um rápido ajuste.
    A higienização do aparelho, dentes e gengivas é primordial para o sucesso do tratamento, e deve ser feita após as refeições. Deve iniciar-se a escovagem dos arcos e braquetes fazendo movimentos horizontais pequenos. Escovando depois no sentido gengiva para o dente, e com a escova inclinada 45º, deve escovar-se a entre a gengiva e o braquete e, de seguida, no espaço entre o braquete e as superfícies que mastigam. Passar de seguida para as faces internas (viradas para a língua) dos dentes posteriores (inclinando 45º) e dos dentes anteriores (com a escova na vertical). Escovar depois as superfícies mastigatórias. Utilizar um escovilhão interdentário por baixo do arco, junto aos dentes e braquetes. Bochechar com um colutório no final. Poderá ser utilizado um irrigador para facilitar a escovagem.
    Durante o tratamento ortodôntico devem evitar-se alimentos duros, pastilhas elásticas, caramelos, bebidas doces e gaseificadas.
    A utilização dos elásticos intermaxilares por parte dos pacientes é importantíssima para se poderem atingir os objectivos a que nos propusemos. Dessa forma, é fulcral o seu uso diário e seguindo na íntegra as instruções dadas na consulta.
  • Após o procedimento cirúrgico morda firmemente a compressa de gaze colocada cerca de 30 minutos e de seguida remova-a delicadamente. É normal existir um ligeiro sangramento após a cirurgia. Evitar fumar, fazer sucção ou cuspir com força nas primeiras 12 horas e evite falar nas primeiras 4 horas seguintes.
    Mantenha-se numa posição de forma a ficar com a cabeça sempre mais elevada do que o restante corpo e, nas primeiras 24 horas, evite o exercício físico.
    É normal existir desconforto após a cirurgia, que normalmente é minimizado com os analgésicos/anti-inflamatórios ou antibióticos prescritos.
    Não convém ingerir bebidas alcoólicas e deve evitar conduzir nas primeiras horas.
    É importante ingerir grandes quantidades de líquidos (sem palhinha para evitar pressão negativa na boca, que poderia aumentar o sangramento) e voltar à alimentação logo que possível, dando preferência a alimentos frios e macios (gelado, iogurte).
    Nas primeiras 8 horas não convém escovar nem fazer bochechos vigorosos. Após este tempo, bocheche suavemente com água salina morna (meia colher das de chá com sal dissolvida num copo de água) ou com outro desinfectante prescrito. Escove os restantes dentes e gengivas com a escova e fio dentário, evitando apenas a área da cirurgia. Em algumas situações, o Médico Dentista poderá indicar a utilização de uma escova pós-cirúrgica, que tem cerdas macias, juntamente com um gel para utilizar na zona intervencionada.
    Poderá haver edema (inchaço) durante os primeiros 4-6 dias, sendo o pico máximo ao fim de 48 horas após a cirurgia. Para ajudar a minimizar esta situação utilize gelo nas primeiras 12 horas (aplicações de 20 minutos). Poderá igualmente ocorrer equimose (manchas arrocheadas) na área da cirurgia e não deverá ser motivo de preocupação, pois desaparecerão entre 7 a 14 dias.
    Se houve necessidade de suturar a ferida, deve remover-se após 7-10 dias, conforme indicado.
    Deverá contactar o seu Médico Dentista se apresentar as seguintes situações: desconforto ou sangramento não controláveis, febre, aumento de edema após o terceiro dia da cirurgia ou se tiver alguma dúvida ou pergunta que não tenha sido bem esclarecida.
  • Escovagem diária pelo menos duas vezes por dia. Poderá ser indicado escova manual ou elétrica consoante os casos. A utilização de fio/fita dentária é igualmente importante bem como a utilização de escovilhões interdentários para os espaços maiores. Por vezes aconselha-se a utilização de sistemas de irrigação juntamente com colutório. Aconselha-se a uma visita semestral ou conforme indicação prévia pelo Médico Dentista.
  • Após a colocação da sua nova prótese inicia-se um período de adaptação em que poderão ser necessários pequenos ajustes nos dias seguintes. É normal sentir a boca diferente mas é importante que a prótese não magoe e se isso suceder deve ajustar-se imediatamente. Evite alimentos muito duros e tenha cuidado na mastigação. Nesta fase pode ser preferível dormir com a prótese para acelerar o processo de adaptação mas não esquecer de remover a prótese para ser escovada bem como os dentes e gengivas.
    Após esse período, é aconselhável tirar a prótese à noite ou pelo menos deixar a prótese 1h por dia mergulhada num colutório para ser desinfectada. Poderá também utilizar-se um comprimido efervescente, consoante as indicações dadas pelo seu Médico Dentista.

 

Para o utente de Pediatria

Conselhos e prevenção

Os pais deverão sempre levar o Boletim de Saúde Infantil e Juvenil (ao qual deverá ser anexado o Boletim de Vacinas) às consultas de Pediatria, serviço de urgência ou internamento hospitalar.
No Boletim encontra-se o registo da gestação: semanas de gravidez, análises, risco ( diabetes, hábitos tabágicos, ameaças de abortamento), ecografias obstétricas, e registo de período neonatal (local do parto, peso, comprimento, perímetro cefálico, tipo de parto, necessidade de reanimação, problemas decorrentes do parto, aleitamento materno e/ou por fórmula, despiste de luxação da anca, rastreio auditivo e vacinas -BCG e hepatite B).
Nas consultas sequentes de Pediatria abordar-se-ão diversas áreas:
  • Peso, comprimento, perímetro craniano
  • Manipulação de objectos, linguagem, audição, visão, …
  • Cada paciente tem um plano individualizado, no entanto, como regras gerais podemos assinalar que o aleitamento materno deverá ser, sempre que possível, exclusivo até pelo menos 6 meses.
    A partir dessa idade deverá fazer-se a introdução de alimentação sólida (caldo de legumes).
    A introdução de carne (aves) inicia-se aos 6 meses (20-30g/dia), tal como algumas frutas (pêra, maçã, …) que deverão ser cozidas, assadas ou cruas mas bem maduras.
    Por volta dos 7/8 meses inicia-se o peixe magro (20-30g/dia). Aos 10 meses inicia-se o peixe gordo (sardinha, salmão) 10 a 15g/dia, as leguminosas secas (lentilhas, grão-de-bico, feijão seco, fava e ervilha) e a gema de ovo (meia gema por semana) – se houver alergia ao ovo reintroduzir apenas aos 24 meses. Aos 12 meses iniciar o espinafre, kiwi e morango. O leite de vaca em natureza iniciar sempre a partir dos 12 meses.
    Será ainda dada atenção à necessidade de tomar vitaminas (D e C) e ferro (aos 5/6 meses).
  • Olhos, nariz, zona das fraldas, utilização de loções e cremes, …
  • Deve ser sempre efectuado nos respectivos dispositivos de retenção. É importante nos recém-nascidos amparar a cabeça com os redutores de apoio de cabeça ou através de uma fralda, colocada entre a cabeça do bebé e o apoio lateral da cadeirinha. Os bebés prematuros ou de baixo peso à nascença podem viajar em alcofas rígidas (etiqueta E), ocupando normalmente dois lugares no banco de trás. A cabeça do bebé deve ficar sempre voltada para o interior do veículo.
    Grupos de aprovação definidos pelas normas europeias consoante o peso da criança:

    Grupo

    Peso

    Idade

    Posição da cadeira

    Lugar

    0

    Até 10kg

    Até 1 ano

    VT

    BF ou BT

    0+

    Até 13 Kg

    Até 18-24 meses

    VT

    BF ou BT

    I

    9-18 Kg

    1-4 anos

    VT ou VF

    BF ou BT

    II

    15-25 Kg

    3-6 anos

    VF

    BF ou BT

    III

    22-36 Kg

    5-12 anos

    VF

    BF ou BT

    VT – voltado para trás
    VF – voltado para a frente
    BT – banco de trás
    BF – banco da frente
  • As vacinas serão dadas de acordo com o plano nacional de vacinação.
    Existem no entanto outras, não obrigatórias, cuja indicação será discutida nas consultas, que são as seguintes:
    Prevenar: 3/5 meses e 12 meses
    Rotateq: 2/4/6 meses
    Gripe (Influenza): a partir dos 6 meses
    Varicela: 15 meses
    Hepatite A: a partir dos 12 meses
    A partir dos 12 meses faz-se a desparasitação.
    Rastreio oftalmológico:
    Aos 2-3 anos e sempre em consultas subsequentes anuais.
    Consulta no Médico Dentista:
    Aos 3 anos e depois anualmente.
    Medição de Tensão Arterial:
    Aos 3 anos e depois anualmente, aquando do restante exame clínico.
    Rastreio de escoliose:
    Maior importância na adolescência – fase de crescimento rápida e mais frequente nas raparigas.
  • 30-40% das crianças desenvolvem sopros cardíacos (1-12 anos): quase sempre sopros inocentes, ou seja, fisiológicos
    Criança com febre (> 38.5, rectal)
    Recém nascido e lactente com menos de 3 meses:
    Consulta médica urgente
    Lactente dos 3 aos 24 meses:
    Se criança com bom estado geral, sem vómitos nem diarreia, e a febre cede à medicação antipirética (paracetamol 15-20 mg/kg/ ou ibuprofeno 10mg/kg/) aguardar e vigiar 2 a 3 dias.
    Se criança prostrada, não sorri, não se alimenta, com vómitos ou diarreia e presença de exantemas no corpo, é indicada observação médica urgente.
    Criança com vómitos e/ou diarreia:
    Pausa alimentar sólida 6 a 8 horas
    Dar líquidos (água com glicose/sacarose e sódio) – existem no mercado soluções orais próprias para hidratação: Oralsuero, Dioralyte, Miltina, Electrolit- ou pode fazer uma solução caseira: 1 litro de chá (tília/cidreira), 4 colheres de chá com açúcar e 1 garrafa de água das pedras sem gás. Dar em colheres (5ml) de 5/5 ou 10/10 minutos. É contra-indicado dar Coca-cola, Ice Tea, …
    A introdução da alimentação deve ser gradual, sem pressas e sem forçar a criança.

 

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